Ficou uma névoa de mim...
Quem sou? Mãe, é a resposta, mais do que a professora, mais do que a meditativa zen pervertida/perdida...Está no topo este status.
Ele chegou. Eu saí. Eu que nem sabia de mim, me deixei sair. E saíram os outros também...ilhei-me e não vi...Quando ele saiu, foi que percebi.
Ele, que consegue ver meu sofrimento, que já tirou toda a beleza que tentava enfeitar em mim, que já me fez sentir imunda e vil com esse corpo tão profanado...o qual me custa até ver. Deixa- me aqui com esse gerar e consegue, na sua hipocrisia tamanha, dizer-se "esposo cuidadoso", quando é bicho no cio para qualquer ordem de mulher. A que ponto subterrâneo consegui cavar? Acaso eu ceguei para o brilho benigno das horas em silêncio?
Eu não sei como me retomar, como me achar ali nesse confuso arremedo...eu nem notei, me pus.
Eu, com meus sonhos tortos que nem sei se queria vivê-los. Com todo o feminismo revolucionário de protestar contra lavar uma louça...sou aqui tão d. de casa, tão borralheira, tão exaurida na minha morte em vida.
O que é essa condição a que nos submetemos, mulheres de todo o mundo...Que chaga infinita é essa tão putrefata que não cura? Colocamos cabrestos ao nos sabermos mulher? Por que somos esse pedaço de carne desfilando para atrair olhares de animais que só conseguem nos ver como alvo de penetração, de uma contemplação doentia e gosmenta?
A louca das pedras no bolso, dos comprimidos em sequência, do punhal, da corda pendente...era apenas uma tentativa fracassada de adequação...
Será que se pudessem voltar no tempo teriam feito diferente? Mas o que teriam feito?
Eu não sei se posso suportar, nem posso voltar, nem sei o que fazer...
Eu, jazendo e gerando vida...o maior paradoxo que jamais poderei resolver.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Privei-me dos desatinos todos. Aqueles primaveris.
Se a tal suavidade das mãos tacanhas e os olhos postos na matéria vida da pupila alheia não eram para esta vida...que mal havia?
Era um script, uma sinopse, um roteiro qualquer... cheio de nuances familiares e obrigações gestoras...enfim, que mal havia? Era apenas uma derrocada nas minhas memórias de orgasmos com choro espúrio!
"Não havia mal" - eu repetia e até cria nesse dizer, julgava-o firme e resignado... Vencedora de mim, arfava tosca...
Pobre borboleta lisboeta e moribunda nesse um dia de querer ser única...de querer amor etéreo...
Tantas asas de borboleta, todas tão efêmeras nos seus coloridos pontos de interseção com os interesses dele- que era tão colorido...
...e eu pendendo na asa volitiva de minha autoimagem querendo ser "a".
Hoje? Tem cor de pai e de administrador do cotidiano, o janota...cores sóbrias, claro...
Do azul mais profundo que dele brilhava surgiu uma escara. Da fricção de suas memórias de Antônia, a chaga era cor de coisa cinzanta- rubi, cor de coisa mal guardada que não se quer lembrar...
Sei lá dessa cor...cego para a profanação do meu corpo-dele.
Hoje? Meu corpo é um templo, um forno, um gestador da vida- não minha...A alma dele (do "meu" corpo) se perdeu na entrega de atuar em qualquer papel...
Sim, é mesmo. As de Bernadete, de cigana, Camilas, menina com quem teria perdido a virgindade, Stephanes, silhuetas diversas, Eugênias, indianas e coxas e seios e nádegas e conversinhas ao pé das janelas virtuais e todas aquelas poesias letárgicas que arremessavam a minha volúpia vertigem (enfeitada de guirlandas e pureza) às favas de um cesto esquecido... Sim, eu fazia um enlace entre amor e fidelidade...essa era eu em meu processo de cultura-ação livresco e cinematográfico...
E foi assim que esgueirei-me dessa fuligem branca de almas gêmeas e gomas açucaradas...
Posso dizer aqui que isso me esquarteja em lágrimas secas, mas negarei até a morte se me desmentires...
Amanhã ele trará o pão à cama e eu irei sorrir com a gratidão de quem agradece o sortilégio de se contentar com pão e achar muito bom sorver ar e ter vida, ainda que a vida seja um roteiro escrito por outra mão.
Se a tal suavidade das mãos tacanhas e os olhos postos na matéria vida da pupila alheia não eram para esta vida...que mal havia?
Era um script, uma sinopse, um roteiro qualquer... cheio de nuances familiares e obrigações gestoras...enfim, que mal havia? Era apenas uma derrocada nas minhas memórias de orgasmos com choro espúrio!
"Não havia mal" - eu repetia e até cria nesse dizer, julgava-o firme e resignado... Vencedora de mim, arfava tosca...
Pobre borboleta lisboeta e moribunda nesse um dia de querer ser única...de querer amor etéreo...
Tantas asas de borboleta, todas tão efêmeras nos seus coloridos pontos de interseção com os interesses dele- que era tão colorido...
...e eu pendendo na asa volitiva de minha autoimagem querendo ser "a".
Hoje? Tem cor de pai e de administrador do cotidiano, o janota...cores sóbrias, claro...
Do azul mais profundo que dele brilhava surgiu uma escara. Da fricção de suas memórias de Antônia, a chaga era cor de coisa cinzanta- rubi, cor de coisa mal guardada que não se quer lembrar...
Sei lá dessa cor...cego para a profanação do meu corpo-dele.
Hoje? Meu corpo é um templo, um forno, um gestador da vida- não minha...A alma dele (do "meu" corpo) se perdeu na entrega de atuar em qualquer papel...
Sim, é mesmo. As de Bernadete, de cigana, Camilas, menina com quem teria perdido a virgindade, Stephanes, silhuetas diversas, Eugênias, indianas e coxas e seios e nádegas e conversinhas ao pé das janelas virtuais e todas aquelas poesias letárgicas que arremessavam a minha volúpia vertigem (enfeitada de guirlandas e pureza) às favas de um cesto esquecido... Sim, eu fazia um enlace entre amor e fidelidade...essa era eu em meu processo de cultura-ação livresco e cinematográfico...
E foi assim que esgueirei-me dessa fuligem branca de almas gêmeas e gomas açucaradas...
Posso dizer aqui que isso me esquarteja em lágrimas secas, mas negarei até a morte se me desmentires...
Amanhã ele trará o pão à cama e eu irei sorrir com a gratidão de quem agradece o sortilégio de se contentar com pão e achar muito bom sorver ar e ter vida, ainda que a vida seja um roteiro escrito por outra mão.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Não é perfeição, não é "tirânia" como alguém muito criativo construiu, ou até é, sabe? Para quem só pega no tranco com chicotes, tirania é a linguagem por excelência.
Penso tratar-se de senso de responsabilidade. Vimos onde eles moram, vimos o quanto andam, vimos o quanto é difícil para cada um deles, vimos e não vimos. Calamos, faltamos, negamos, desprezamos e gritamos...
Sou diferente porque não erro? Eu?
Não...apenas tenho a consciência a doer, exijo a obrigação e o que é necessário que seja feito a tod@s incluindo a mim. Se o preço disso for o silêncio, for rejeição ou raiva... aceito. Prefiro isso a coleguismos frívolos e passageiros que não edificam o caráter.
Penso tratar-se de senso de responsabilidade. Vimos onde eles moram, vimos o quanto andam, vimos o quanto é difícil para cada um deles, vimos e não vimos. Calamos, faltamos, negamos, desprezamos e gritamos...
Sou diferente porque não erro? Eu?
Não...apenas tenho a consciência a doer, exijo a obrigação e o que é necessário que seja feito a tod@s incluindo a mim. Se o preço disso for o silêncio, for rejeição ou raiva... aceito. Prefiro isso a coleguismos frívolos e passageiros que não edificam o caráter.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
A vida pode ser bela?
Posso achar a vida bonita, isso é assustador!
Cadê a nostalgia nesse olhar de mel? Terríveis olhos depertos para o trágico da vida...
Por que tenho os olhos úmidos ao olhar o céu? Não é tristeza isso?
Sinto-me bem, sinto-me tão linda ao amar o que é perfeito, sinto-me tão pura frente à matéria bruta de que é feita a vida... caminho para o que está em meu olhar, me aglutino e me torno um espetáculo de amor à vida... me uno a ela como em um ósculo insano e intenso...
Tudo tem o nexo do Caeiro: "pensar é estar doente dos olhos". Calo a histeria do Campos "multipliquei-me para sentir tudo" e faço sexo indiferentemente com Soares. "de dia sou nulo, de noite sou eu".. no máximo, tomo vinho com Ricardo Reis "sábio é o que se contenta com o espetáculo do mundo"
Excitada, em êxtase, tateio zonas erógenas de minha alma com a ponta dos dedos de minha mão esquerda e sinto ouriçar os pêlos e arrepiar a nuca de minha desrazão...
É belo o que sinto, obriga-me a fechar os olhos e sorrir demorada e morosamente... são orgasmos frente a uma realidade inebriante...
Confusa, me vejo, medíocre, interrogrando a lua...Lua, você que é tão aclamada pelos pobres poetas em letargia... você: eterno clichê dos pobres pedintes apaixonados, me dá a tua quimera mais íntima, ela transcende a tua beleza. Não há desejo que não seja mais belo que o desejante...
Eu amo cada arrepio que essa brisa de vida me provoca.. Eu deliro com cada ventania que essa vida me apresenta ao desalinhar os cachos de meu cabelo...somos eu e a vida...
Não sei, não sei se soa venTANIA ou BRISAnti..."ven nti "a ti o que preferir...
Cadê a nostalgia nesse olhar de mel? Terríveis olhos depertos para o trágico da vida...
Por que tenho os olhos úmidos ao olhar o céu? Não é tristeza isso?
Sinto-me bem, sinto-me tão linda ao amar o que é perfeito, sinto-me tão pura frente à matéria bruta de que é feita a vida... caminho para o que está em meu olhar, me aglutino e me torno um espetáculo de amor à vida... me uno a ela como em um ósculo insano e intenso...
Tudo tem o nexo do Caeiro: "pensar é estar doente dos olhos". Calo a histeria do Campos "multipliquei-me para sentir tudo" e faço sexo indiferentemente com Soares. "de dia sou nulo, de noite sou eu".. no máximo, tomo vinho com Ricardo Reis "sábio é o que se contenta com o espetáculo do mundo"
Excitada, em êxtase, tateio zonas erógenas de minha alma com a ponta dos dedos de minha mão esquerda e sinto ouriçar os pêlos e arrepiar a nuca de minha desrazão...
É belo o que sinto, obriga-me a fechar os olhos e sorrir demorada e morosamente... são orgasmos frente a uma realidade inebriante...
Confusa, me vejo, medíocre, interrogrando a lua...Lua, você que é tão aclamada pelos pobres poetas em letargia... você: eterno clichê dos pobres pedintes apaixonados, me dá a tua quimera mais íntima, ela transcende a tua beleza. Não há desejo que não seja mais belo que o desejante...
Eu amo cada arrepio que essa brisa de vida me provoca.. Eu deliro com cada ventania que essa vida me apresenta ao desalinhar os cachos de meu cabelo...somos eu e a vida...
Não sei, não sei se soa venTANIA ou BRISAnti..."ven nti "a ti o que preferir...
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Densidade de um lugar...
-O cobrador levou um tiro! - ouvi e fiquei com um sentimento desses que a gente precisa por um rótulo e não acha.
Vi as cenas passando: ambulância, motos da polícia, policiais revistando passageiros em outros ônibus, engarrafamento e um carro de som dizendo: barbaridade...um pai de família, mas pessoal do ônibus, comprem aí o meu cd, é R$ 1,0...
Pensei: isso é uma crônica, mas uma crônica mesmo, dessas que a gente sabe que se baseia em algo do cotidiano, mas custa a acreditar, dessas que a gente diz leigamente que é literatura, que é ficção. Meu Deus ( eu disse DEUS!!!!), o que é ficção nesse mundo? Quem inventou esse conceito não via a humanidade sucumbir?...
Mais uma vez, para variar, eu quis chorar. Eu poderia estar naquele ônibus! Se tivesse saído um pouco mais cedo do campus...se não tivesse abraçado Marcos demoradamente, se não tivesse desabafado com Ricardo, se não tivesse caminhando lentamente olhando para o céu e pensando que queria algo novo...eu poderia estar naquele ônibus.
Quarta passada: eu poderia estar na kombi que foi assaltada se tivesse saído um pouco mais tarde de casa, se tivesse me olhado mais uma vez no espelho, se tivesse me demorado mais em um abraço com Pablo, se tivesse esquecido algo - como é de costume.
A professora Cássia não teve essa sorte e chegou na escola em pânico, para encurtar a tragédia: desmaiou e foi levada para casa.
Há duas semanas: meu celular foi roubado na escola.
Quinta retrasada: assisti, com meus alunos, um documentário sobre homem que matou 14 pessoas em um lugar por onde passo todos os dias, uma região de SGA, local onde leciono e onde os alunos moram.
Passo pelo Rio Potengi, peço a ele uma resposta, uma coisa bonita, rápido, uma coisa bonita, urgente, urgente...não quero pensar em quem amo porque tenho medo, muito medo. Não quero eles misturados àquilo, não! Não quero eles ali...preciso de uma estrela, de águas, de flores, uma canção...
Luzes... de carros, de ambulâncias, de prédios distantes...o rio dorme. Achei uma canção na minha mente, uma canção que nunca havia sentido. Diz: "...Eu pensei que quando eu morrer vou acordar para o tempo e para o tempo parar",
Enfim, ainda no ônibus, penso, penso, penso no meu entorno; tiro fotos da janela, locus onde costumo sonhar...; desço; olho para o terreno ao lado e lembro da garotinha cortada ali; olho para a frente vejo um homem falando para o outro sobre o assassinato de um homem, vejo as "kombis" que, antes inocentes, hoje me dão calafrios...
Entro no carro de Francisco, professor que me dá carona às vezes. Ele pergunta logo: o que você tem? Quis dizer que tinha um bolo na garganta, retalhos de paisagens, de vidas, de sonhos, de pessoas...mas respondi: - não estou muito bem, sinto que o que há no meu redor é denso e corro ou freio - mesmo sem saber - para que isso não venha a me atingir.
Explico, ele fica meio espantado. Trabalho, volto para casa e concluo que ...
... preciso de um abraço essa noite, quero me sentir acolhida e distante de todos os estilhaços de poesia que se perdem nesse rugir insano do que me cerca...Cada vez mais quero poesia ( no sentido mais letárgico que alguém ousou concebê-la, no sentido menos clichê, no sentido mais humano, no sentido de um amor transbordante e infante pelo mundo...)
Vi as cenas passando: ambulância, motos da polícia, policiais revistando passageiros em outros ônibus, engarrafamento e um carro de som dizendo: barbaridade...um pai de família, mas pessoal do ônibus, comprem aí o meu cd, é R$ 1,0...
Pensei: isso é uma crônica, mas uma crônica mesmo, dessas que a gente sabe que se baseia em algo do cotidiano, mas custa a acreditar, dessas que a gente diz leigamente que é literatura, que é ficção. Meu Deus ( eu disse DEUS!!!!), o que é ficção nesse mundo? Quem inventou esse conceito não via a humanidade sucumbir?...
Mais uma vez, para variar, eu quis chorar. Eu poderia estar naquele ônibus! Se tivesse saído um pouco mais cedo do campus...se não tivesse abraçado Marcos demoradamente, se não tivesse desabafado com Ricardo, se não tivesse caminhando lentamente olhando para o céu e pensando que queria algo novo...eu poderia estar naquele ônibus.
Quarta passada: eu poderia estar na kombi que foi assaltada se tivesse saído um pouco mais tarde de casa, se tivesse me olhado mais uma vez no espelho, se tivesse me demorado mais em um abraço com Pablo, se tivesse esquecido algo - como é de costume.
A professora Cássia não teve essa sorte e chegou na escola em pânico, para encurtar a tragédia: desmaiou e foi levada para casa.
Há duas semanas: meu celular foi roubado na escola.
Quinta retrasada: assisti, com meus alunos, um documentário sobre homem que matou 14 pessoas em um lugar por onde passo todos os dias, uma região de SGA, local onde leciono e onde os alunos moram.
Passo pelo Rio Potengi, peço a ele uma resposta, uma coisa bonita, rápido, uma coisa bonita, urgente, urgente...não quero pensar em quem amo porque tenho medo, muito medo. Não quero eles misturados àquilo, não! Não quero eles ali...preciso de uma estrela, de águas, de flores, uma canção...
Luzes... de carros, de ambulâncias, de prédios distantes...o rio dorme. Achei uma canção na minha mente, uma canção que nunca havia sentido. Diz: "...Eu pensei que quando eu morrer vou acordar para o tempo e para o tempo parar",
Enfim, ainda no ônibus, penso, penso, penso no meu entorno; tiro fotos da janela, locus onde costumo sonhar...; desço; olho para o terreno ao lado e lembro da garotinha cortada ali; olho para a frente vejo um homem falando para o outro sobre o assassinato de um homem, vejo as "kombis" que, antes inocentes, hoje me dão calafrios...
Entro no carro de Francisco, professor que me dá carona às vezes. Ele pergunta logo: o que você tem? Quis dizer que tinha um bolo na garganta, retalhos de paisagens, de vidas, de sonhos, de pessoas...mas respondi: - não estou muito bem, sinto que o que há no meu redor é denso e corro ou freio - mesmo sem saber - para que isso não venha a me atingir.
Explico, ele fica meio espantado. Trabalho, volto para casa e concluo que ...
... preciso de um abraço essa noite, quero me sentir acolhida e distante de todos os estilhaços de poesia que se perdem nesse rugir insano do que me cerca...Cada vez mais quero poesia ( no sentido mais letárgico que alguém ousou concebê-la, no sentido menos clichê, no sentido mais humano, no sentido de um amor transbordante e infante pelo mundo...)
domingo, 7 de junho de 2009
Para Ricardo Yama rsrsrsrs

'Não se pode ter nervos... Sofrer por causa da solidão também é uma objeção - eu sempre sofri tão-só por causa da 'multidão'... Em um tempo absurdamente remoto eu tinha apenas sete anos de idade, eu já sabia que uma palavra humana jamais seria capaz de me alcançar: e será que alguém me viu consternado algum dia por causa disso?..."
Ecce homo - F. Nietzsche
Aforismos para Cynthia

Ela costumava ler historinhas para a gente em cada aula...
Todos os alunos passaram a levar historinhas e ler também...
Eu ficava sempre na minha...
No último dia levei uma canção que eu fiz...
Queria dar algo de mim...
Ela levou um sonho de ponte iluminada...
Nós aprendemos a cuidar dos meninos com mais amor...
Sábado ela voltou e disse: não sinta medo...
Eu a abracei e disse: obrigada...
Parecem aforismos parcos...
mas é só saudade de uma moça especial
Todos os alunos passaram a levar historinhas e ler também...
Eu ficava sempre na minha...
No último dia levei uma canção que eu fiz...
Queria dar algo de mim...
Ela levou um sonho de ponte iluminada...
Nós aprendemos a cuidar dos meninos com mais amor...
Sábado ela voltou e disse: não sinta medo...
Eu a abracei e disse: obrigada...
Parecem aforismos parcos...
mas é só saudade de uma moça especial
Assinar:
Postagens (Atom)
